História




.Shih Tzu..

Originário do Tibet, o Shih Tzu era utilizado como cão de companhia durante as longas viagens até a China. Os cachorros andavam ao lado das caravanas ou em cestas carregadas por mulas. Também eram encontrados nos monastérios, onde ganharam a fama de amuletos. Até então, eram mais parecidos com o Lhasa Apso, um dos cães que participaram da sua formação.


Uma lenda conta que o Shih Tzu é o símbolo do amor impossível entre uma princesa chinesa e um mongol (povo predominante no Tibet). Como o casamento lhes foi negado, eles teriam resolvido cruzar um legítimo representante da China (o Pequinês) com um de Lhasa (capital do Tibet), este seria o Lhasa Apso. Da união das raças surgiu o Shih Tzu, simbolizando tudo o que há de melhor nas duas culturas e o amor entre os dois povo.

Além de elegante ou fofo, conforme o corte da pelagem,
ele se destaca como cão de colo entre as raças pequenas mais conhecidas. Ainda que a elegância da pelagem longa provoque comentários de admiração, há quem prefira manter o Shih Tzu com os 'cabelos' cortados. Ele fica com uma aparência rechonchuda e, mesmo que perca em imponência, ganha em fofura. Com o comprimento cortado entre cerca de 4 e 7 centímetros, o Shih Tzu parece um filhote. Tanto que nos EUA, esse tipo de corte é chamado de puppy-cut ou, em português, corte-filhote. Para quem não acha tanta graça em ficar horas lavando e secando, eis a vantagem. A escovação deixa de ser diária ou a cada dois dias e passa a ser duas vezes por semana. Além do mais, gasta-se uma média de cinco minutos para fazê-la, em vez de 15 ou 20.